terça-feira, 24 de maio de 2016

O RIO QUE CORRE DENTRO DA MONTANHA

a face pálida 
clareia a lágrima pedrada
parece uma ruga 
mas é uma mágoa
e afunda a carne 
em direção ao tempo
que parece fundo 
mas só atinge tudo
parece só pedra 
planta altura
parece menos clara que escura
parece calada 
eterna entranha
ninguém sabe o rio que corre dentro da montanha


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SEDE

 um poema escrito na água cumpre sua função  de sede