segunda-feira, 5 de maio de 2014

IMÓVEL NAVEGADO

meus plásticos disfarçados nos meus passos
murros de musgo num muro planejado
ventos criando corredores entre as bandeiras
manhas de ventos erguidas por cavalos
mudas de trepadeiras soterradas
aos anos perdidos erguendo espinhos
aos panos erguidos cobrindo os caminhos
aos meus corpos de infalíveis abraços
aos meus dentes perfilados num sorriso falso
deixo o que comove como quem se move
entre um e outro estilhaço



Nenhum comentário:

AQUELES DIAS DE DESESPERO

  tem dias que bate um desespero uma vontade de arrancar os cabelos até os pentelhos vontade de correr nua pelas ruas ampliar o co...