guarda-chuva
sobre as nossas cabeças
nuvens de concreto
formas diferentes em cada ângulo
carneirinhos pulando raios
sonho acordado de bailarina
abro o guarda-chuva sem pressa
deixo a primavera fugir
meu corpo me orienta
enquanto chovo
pessoas são poças
onde posso existir
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
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