com tranqüilidade
roço o meu rosto sobre a superfície
aos poucos vou me desvencilhando dos sonhos
até o vazio adoecer
roço o meu corpo sobre o mundo
o arrepio do mundo me despedaça
aos poucos os olhos escorrem pela vidraça
repara a perda é reparável repara a perda repara a perda é irreparável nunca para a perda nunca para repara nunca se repar...
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