os galhos sem a árvore
minhas artérias fora do mundo
um sangue impreciso
exala um cheiro
parecido comigo
não preciso ser um corpo
para ser morto
não preciso ser um morto
para ser aborto
caminhos e esperas
pendurados na janela
pessoas guardadas nas casas
sentimentos adormecidos
nas malas mofadas
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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