a mão abaixo do nível da queda
esperando o corpo
o coração chove a cântaros
pouca pele para tantos guarda-chuvas
a rua tritura mansamente o que passa
sombras sem pés ou sem graças
emborca o lago em botões que ainda
nem amanheceram
é difícil permanecer curvo
há o silêncio e a casca aos pedaços
apertando tudo como se movesse
melhor permanecer frio mesmo atento
não se desfaça do vento
mantenha-o contido entre as perdas
Assinar:
Postar comentários (Atom)
SÓ PRA SABER QUE TE AMO
tudo que vai nos seus cabelos quando você sorrir sai daqui desse poema ou do que sinto quando minto ao não dizer t...
-
tá difícil o mundo quando parece que vamos engolir destempera e em seu lugar vai a nossa carne a parte longe dos ossos p...
-
minha baixa imunidade não me permite tocar as palavras esse meu silêncio pelo que me lembro antecipa meus ossos gostaria de ve...
-
a ferrugem surge no meio da página igual no meio das pessoas abrir uma pessoa molha tudo abrir um livro dá em água num liv...
Nenhum comentário:
Postar um comentário